Olá, querida! Já pensaste em como alguns pequenos hábitos se podem infiltrar sorrateiramente nas nossas rotinas diárias e começar a tornar-nos tóxicos sem sequer darmos por isso? É muito fácil que estas pequenas peculiaridades afectem as nossas relações, a nossa autoestima e até a nossa saúde emocional.
Mas não se preocupe, estamos todos no mesmo barco. Hoje, vou mostrar-lhe alguns hábitos diários surpreendentes que podem estar a fazer mais mal do que bem.
O objetivo é tornar-se mais consciente e fazer pequenos ajustes para se tornar mais saudável e feliz. Vamos fazer isto juntos!
1. Verificar constantemente o telemóvel
Já se apanhou a pegar no telemóvel a cada poucos minutos? Sim, eu também. Parece inofensivo, certo? Mas verificar constantemente o telemóvel pode fazer com que nos sintamos desligados das pessoas que nos rodeiam.
Enquanto deslizamos e percorremos os ecrãs, podemos estar a perder ligações na vida real. Pode até dar aos outros a impressão de que são menos importantes do que o que está a acontecer nos nossos ecrãs.
Um pequeno truque para travar este hábito é definir horários específicos para a utilização do telemóvel e concentrar-se em estar presente durante as conversas. Confie em mim, os seus amigos e familiares sentir-se-ão mais valorizados e desfrutará mais do tempo de qualidade. Além disso, é uma óptima forma de se desintoxicar do mundo digital, mesmo que seja só por um bocadinho.
Por isso, experimente pousar o telemóvel durante as refeições ou quando estiver com os amigos. Pode parecer estranho no início, mas em breve notará a diferença na forma como as suas interações se podem tornar envolventes e gratificantes.
2. Pedir desculpa em excesso
Pedir desculpa quando não é necessário pode diluir o seu significado. Eu costumava pedir desculpa por tudo, mesmo quando não tinha culpa. Embora pareça educado, pode na verdade minar a nossa autoestima. Pedir desculpa em excesso pode fazer-nos parecer inseguros ou responsáveis por coisas que estão fora do nosso controlo.
Em vez disso, guarde as suas desculpas para quando forem verdadeiramente justificadas. Isso ajuda a manter a sinceridade e reforça os limites pessoais. É tudo uma questão de saber quando manter a sua posição e quando expressar genuinamente o seu arrependimento.
Da próxima vez que sentir uma "desculpa" desnecessária a surgir, faça uma pausa e reconsidere se é mesmo necessária. Esta pequena mudança pode aumentar muito a sua auto-confiança e o respeito que os outros têm por si. Lembre-se, as suas palavras têm poder, por isso use-as com sabedoria!
3. Interromper os outros
Interromper alguém, mesmo com as melhores intenções, pode parecer que não estamos a valorizar o que a pessoa tem para dizer. Eu sei, às vezes estamos apenas entusiasmados por partilhar os nossos pensamentos! Mas cortar a palavra a alguém pode parecer desdenhoso ou desrespeitoso.
Uma excelente forma de resolver este problema é praticar a escuta ativa. Significa concentrar-se genuinamente no que a outra pessoa está a dizer antes de começar a falar. Pode até anotar os seus pensamentos se estiver preocupado em esquecê-los.
Quando começar a deixar que os outros terminem os seus pensamentos, notará que as conversas se tornam mais equilibradas e agradáveis para todos os envolvidos. Além disso, mostra que é um ouvinte atencioso e atento.
4. Auto-conversa negativa
Oh, as coisas que dizemos a nós próprios! A conversa interna negativa pode ser sorrateira e prejudicial. Quando estamos constantemente a rebaixar-nos, isso corrói a nossa autoestima e pode até afetar a nossa saúde mental. É como se carregássemos uma pequena nuvem de tempestade que nos afecta o espírito.
Substituir pensamentos negativos por afirmações positivas pode fazer maravilhas. Trata-se de treinar o seu cérebro para se concentrar nas coisas boas. Descobri que escrever afirmações positivas e colá-las no meu espelho pode ser um ótimo lembrete diário.
Da próxima vez que se apanhar a pensar negativamente, troque-o por um pensamento positivo. Com o tempo, irá construir um diálogo interior mais amável e solidário, que o elevará em vez de o arrastar para baixo.
5. Guardar rancores
Guardar rancores pode ser como carregar uma mochila pesada cheia de pedras. É cansativo e pesa-nos emocionalmente. Eu percebo, às vezes as pessoas magoam-nos profundamente e é difícil esquecer. Mas agarrar-se a ressentimentos pode, de facto, prejudicar-nos mais a nós do que a eles.
O perdão tem mais a ver com a libertação de si próprio do que com a libertação da outra pessoa. Não significa que tenha de esquecer o que aconteceu, mas libertar essa energia negativa pode ser libertador. Encontre formas de processar os seus sentimentos, como falar com um amigo ou escrever um diário, e trabalhe gradualmente para se libertar.
A liberdade que sentirá quando deixar de lado essa bagagem emocional é verdadeiramente refrescante. Abre espaço para experiências novas e positivas e ajuda a curar feridas do passado.
6. Comparar-se com os outros
Já deu por si a percorrer as redes sociais, comparando a sua vida com a dos outros? É uma armadilha! Compararmo-nos pode gerar inveja e insatisfação. Lembre-se de que, muitas vezes, o que vemos em linha é apenas o ponto alto, não a história completa.
Tente concentrar-se no seu próprio percurso e celebrar as suas conquistas. Deixe de seguir as contas que o fazem sentir-se inferior e rodeie-se de influências positivas. As redes sociais podem ser um lugar maravilhoso se forem organizadas para o animar e inspirar e não para o deitar abaixo.
Agradecer o que tem e reconhecer o seu caminho único pode ajudá-lo a manter-se firme e feliz. Afinal de contas, a linha do tempo de cada um é diferente, e isso é perfeitamente normal.
7. Ignorar os limites pessoais
Ignorar os limites pessoais pode levar ao esgotamento e ao ressentimento. Costumava dizer sim a tudo, pensando que isso iria agradar aos outros. Mas, sem limites, corremos o risco de nos tornarmos demasiado exigentes e de nos sentirmos sobrecarregados.
Estabelecer limites claros é essencial para manter a saúde mental e emocional. Não faz mal dizer não quando é necessário e comunicar claramente os seus limites aos outros. A longo prazo, as pessoas respeitá-lo-ão mais por isso.
Comece por identificar as áreas da sua vida em que está sobrecarregado. Pratique a afirmação das suas necessidades e em breve encontrará um equilíbrio mais saudável nas suas relações e compromissos.
8. Procrastinação
Ah, a boa e velha procrastinação. Esperar até ao último minuto pode parecer emocionante, mas conduz frequentemente a stress desnecessário e a maus resultados. Já passei por isso, pensando que vou fazer o meu melhor trabalho sob pressão, apenas para me arrepender quando as coisas não correm como planeado.
Dividir as tarefas em partes mais pequenas e manejáveis pode fazer toda a diferença. Estabeleça prazos para cada parte e recompense-se por cumpri-los. O objetivo é criar um ciclo positivo e produtivo em vez de uma corrida frenética até à meta.
Com o tempo, notará melhorias na qualidade do seu trabalho e nos níveis de stress. A procrastinação não tem de ser a sua arqui-inimiga; com um pouco de planeamento, pode vencê-la e sentir-se realizado.
9. Mexericos
A coscuvilhice pode parecer um divertimento inofensivo, mas pode ser tóxico para as relações e a dinâmica do local de trabalho. Partilhar histórias sobre os outros sem o seu conhecimento pode gerar desconfiança e ferir sentimentos. Costumava pensar que era uma forma de criar laços com os outros, mas muitas vezes o resultado era negativo.
Tente mudar as conversas para tópicos mais positivos ou encontrar interesses comuns que não envolvam falar sobre os outros. Se alguém começar a coscuvilhar, pode desviar gentilmente a conversa ou expressar o seu desconforto.
Trata-se de promover um ambiente positivo e de apoio. Quando as pessoas sabem que podem confiar em si, isso leva a relações mais fortes e significativas. Evitar mexericos não só protege os outros, como também melhora a sua reputação como alguém que constrói em vez de destruir.
10. Ser demasiado crítico
Ser demasiado crítico, quer de nós próprios quer dos outros, pode criar uma atmosfera negativa. Lembro-me de estar sempre a criticar pequenas coisas, pensando que isso ajudava, mas muitas vezes gerava tensão e sentimentos feridos.
Pode ser mais benéfico concentrar-se no feedback construtivo do que na crítica. Tente destacar o que foi feito de bom antes de sugerir melhorias. Isto incentiva o crescimento sem desencorajar.
Verá que as pessoas se tornam mais abertas e receptivas quando não temem as críticas. Criar o hábito de reconhecer e valorizar os pontos fortes pode transformar as suas interações e aumentar o moral.
11. Negligenciar os cuidados pessoais
Negligenciar os cuidados pessoais pode apanhar-nos de surpresa, especialmente quando a vida se torna agitada. Eu costumava pensar que conseguia aguentar sem fazer pausas, mas acabei por ficar completamente esgotada. O autocuidado não é um luxo; é uma necessidade.
Mesmo pequenos actos, como tirar alguns minutos para meditar, fazer exercício ou desfrutar de um passatempo, podem rejuvenescer o seu espírito. Dê prioridade a tempo para si próprio, mesmo que seja apenas um pouco por dia.
Lembre-se de que cuidar de si próprio permite-lhe estar presente para os outros. Ao cuidar do seu próprio bem-estar, está também a mostrar a melhor versão de si mesmo àqueles de quem gosta.
12. Evitar conversas difíceis
Evitar conversas difíceis pode levar a mal-entendidos e questões não resolvidas. Sei que é tentador varrer as coisas para debaixo do tapete, esperando que desapareçam, mas isso raramente funciona bem. Os problemas não falados tendem a apodrecer e a crescer.
Abordar estas conversas com empatia e um comportamento calmo pode abrir caminhos para a compreensão e resolução. Pode parecer desconfortável no início, mas a honestidade e a abertura criam ligações mais fortes.
Pratique a escuta ativa e expresse os seus sentimentos sem culpar a outra pessoa. Verá que, muitas vezes, abordar os problemas de frente conduz a melhores resultados e a relações mais harmoniosas.
13. Levar as coisas para o lado pessoal
Levar as coisas para o lado pessoal pode levar a stress e conflitos desnecessários. Eu costumava interiorizar todos os comentários de mau gosto, acreditando que eram um reflexo de mim. Mas, muitas vezes, as palavras e acções das pessoas têm mais a ver com elas do que connosco.
Aprender a separar a nossa autoestima da opinião dos outros é crucial. Tente ver as situações de forma mais objetiva e dê aos outros o benefício da dúvida. Trata-se de construir resiliência e não deixar que factores externos ditem a sua paz de espírito.
Quando deixa de levar as coisas para o lado pessoal, encontra maior liberdade e estabilidade emocional. Permite-lhe responder em vez de reagir, criando interações mais positivas e compreensão.
14. Compromisso excessivo
O excesso de compromissos é algo com que já me debati, pensando que podia fazer tudo. Mas, muitas vezes, isso levou ao stress e a promessas não cumpridas. O excesso de compromissos pode afetar a nossa saúde e as nossas relações.
Aprender a definir prioridades e a dizer não aos compromissos não essenciais pode ajudar a manter o equilíbrio. Não há problema em ter limitações, e ser honesto em relação a elas é saudável.
Concentre-se no que realmente importa e terá mais energia e tempo para o que é importante. Encoraja um estilo de vida mais gratificante e gerível, permitindo-lhe dar o seu melhor onde é importante.
15. Viver no passado
Viver no passado pode impedir-nos de desfrutar do presente e de planear o futuro. Já passei inúmeras horas a recordar acontecimentos passados, desejando ter feito as coisas de forma diferente. Mas ficar a remoer o passado pode manter-nos presos num ciclo de arrependimento.
Concentrar-se no presente e definir objectivos futuros pode quebrar este ciclo. Pratique a atenção plena e aprecie o aqui e agora. Trata-se de aprender com o passado sem deixar que ele dite a sua felicidade atual.
Seguir em frente com esperança e intenção pode abrir novas oportunidades. Abrace as lições aprendidas e aplique-as para criar um caminho mais brilhante e gratificante.
16. Resistência à mudança
Resistir à mudança é natural, mas pode sufocar o crescimento e as oportunidades. Eu costumava evitar a mudança, com medo do desconhecido. Mas a mudança é a única constante, e abraçá-la pode levar a novas e excitantes possibilidades.
Comece por dar pequenos passos fora da sua zona de conforto. Quer se trate de aprender uma nova competência ou de experimentar uma abordagem diferente, pode ser revigorante e gratificante.
Estar aberto à mudança permite-nos adaptarmo-nos e prosperar em várias situações. Trata-se de encarar os desafios como oportunidades para aprender e evoluir, enriquecendo as nossas vidas de formas inesperadas.
17. Falta de gratidão
A falta de gratidão pode ofuscar a bondade das nossas vidas. Já fui culpado de me concentrar no que não tenho em vez de apreciar o que já existe. Mas a prática da gratidão pode mudar a nossa mentalidade e melhorar o nosso bem-estar.
Comece um diário de gratidão e anote diariamente as coisas pelas quais está grato. Pode ser algo tão simples como um dia de sol ou um gesto de bondade. Com o tempo, vai notar uma mudança positiva na forma como vê o mundo.
A gratidão promove o contentamento e a alegria, permitindo-nos reconhecer e valorizar as bênçãos da vida. É uma prática bonita que pode alimentar uma vida mais feliz e gratificante.
18. Culpar os outros
Culpar os outros pode criar um ambiente negativo e impedir o crescimento pessoal. Já me apanhei a transferir a culpa para evitar a responsabilidade, só para me aperceber que isso não resolve nada. Assumir a responsabilidade é uma forma de dar força e cultivar a responsabilização.
Em vez de apontar o dedo, concentre-se em encontrar soluções e em aprender com os erros. Trata-se de trabalhar em colaboração e compreender diferentes perspectivas.
A aceitação da responsabilidade pode conduzir a resultados mais construtivos e a relações mais fortes. Ajuda a criar confiança e incentiva uma abordagem proactiva aos desafios.
19. Ser crítico
O facto de julgar pode fechar as portas à compreensão e à empatia. Costumava tirar conclusões precipitadas sem conhecer a história completa e perdia a oportunidade de estabelecer ligações mais profundas.
Praticar a empatia e manter uma mente aberta pode transformar as interações. Tente ver as coisas da perspetiva dos outros e aprecie as diversas experiências.
Quando se reduz o julgamento, criam-se relações mais harmoniosas e um maior sentido de comunidade. Isso enriquece as nossas interações e promove um ambiente mais inclusivo.
20. Medo do fracasso
O medo do fracasso pode impedir-nos de perseguir os nossos sonhos. Já hesitei em muitas oportunidades, com medo de não ser bem sucedido. Mas o fracasso é muitas vezes um trampolim para o crescimento e a inovação.
Aceite o fracasso como uma experiência de aprendizagem e não como um revés. Trata-se de criar resiliência e coragem para tentar de novo. Celebre as pequenas vitórias e aprenda com os contratempos.
Ultrapassar este medo pode levar a uma nova confiança e possibilidades. Trata-se de ser suficientemente corajoso para dar o salto e confiar na viagem, independentemente do resultado.
21. Manter-se em zonas de conforto
Ficar em zonas de conforto pode limitar o crescimento e as experiências pessoais. Gostei da segurança da rotina, mas apercebi-me de que pode tornar-se uma rotina. Sair da rotina pode ser assustador, mas é onde o crescimento acontece.
Desafie-se com pequenas mudanças, como experimentar um novo passatempo ou conhecer novas pessoas. Isso acrescenta entusiasmo e alarga os horizontes.
Ultrapassar as zonas de conforto fomenta a confiança e abre novas oportunidades. Trata-se de descobrir o seu potencial e abraçar a riqueza das aventuras da vida.
22. Evitar a vulnerabilidade
Evitar a vulnerabilidade pode criar barreiras emocionais. Muitas vezes levantei barreiras, com medo da dor ou da rejeição, mas isso levou-me ao isolamento. Abraçar a vulnerabilidade pode aprofundar as ligações e fomentar a confiança.
Comece por partilhar os seus sentimentos e pensamentos com os seus entes queridos. Pode parecer assustador, mas muitas vezes conduz a relações mais fortes e autênticas.
A vulnerabilidade é uma força, não uma fraqueza. Trata-se de ser aberto e genuíno, enriquecendo as suas interações e o seu bem-estar emocional.
23. Pensamento excessivo
Pensar demais pode levar à ansiedade e à inação. Já perdi inúmeras horas a analisar excessivamente situações, criando problemas que não existiam. Pode ser cansativo e paralisante.
Pratique a atenção plena e concentre-se no momento presente. Desafie os pensamentos negativos e substitua-os por pensamentos construtivos. Isto ajuda a quebrar o ciclo de pensamentos excessivos e promove a clareza.
Ao libertar a sua mente da desordem desnecessária, encontrará paz e uma melhor capacidade para enfrentar desafios. Trata-se de confiar em si próprio e no processo, permitindo uma vida mais preenchida.
24. Agradar às pessoas
Agradar às pessoas, embora bem intencionado, pode levar ao esgotamento e à perda de si próprio. Já passei por isso, tentando fazer toda a gente feliz, apenas para perder de vista as minhas próprias necessidades. É insustentável e desgastante.
Aprender a dar prioridade às suas próprias necessidades e a estabelecer limites é fundamental. Não há problema em dizer não e escolher o que é melhor para si. Isso cria respeito por si próprio e ligações autênticas.
Ao sermos fiéis a nós próprios, atrairemos relações mais genuínas e encontraremos uma maior realização. Trata-se de equilibrar a bondade com os cuidados pessoais, assegurando que o seu bem-estar não é comprometido.
25. Falta de empatia
A falta de empatia pode criar distâncias e mal-entendidos. Já fui culpado de não compreender totalmente as experiências dos outros, o que levou a que se perdessem ligações. A empatia promove a compaixão e a ligação.
Pratique a escuta ativa e coloque-se no lugar dos outros. Trata-se de ser genuinamente interessado e atencioso. Aumenta a compreensão e fortalece as relações.
Quando começar a cultivar a empatia, criará interações mais significativas e uma comunidade mais solidária. Enriquece a sua vida e a dos que o rodeiam, promovendo um mundo mais amável.
26. Manter expectativas irrealistas
Manter expectativas irrealistas pode levar à desilusão e à frustração. Já coloquei a fasquia demasiado alta, apenas para me sentir desiludido quando a realidade não correspondia. É importante encontrar o equilíbrio e a aceitação.
Concentre-se em objectivos realistas e aprecie o progresso em vez da perfeição. Isto promove a satisfação e reduz o stress.
Ao alinhar as expectativas com a realidade, encontrará mais alegria e contentamento na vida. Trata-se de aceitar as imperfeições e celebrar as conquistas, por mais pequenas que sejam.
27. Negligenciar a comunicação
Negligenciar a comunicação pode levar a mal-entendidos e ao distanciamento. Deixei que as suposições tomassem o lugar das palavras, causando problemas desnecessários. O diálogo aberto é crucial para relações saudáveis.
Arranje tempo para falar e ouvir ativamente. Isso reforça os laços e promove a confiança.
Ao dar prioridade à comunicação, criará interações mais harmoniosas e uma compreensão mais profunda. Trata-se de estar presente e mostrar que se preocupa, melhorando a ligação com aqueles que ama.
28. Auto-sabotagem
A auto-sabotagem pode impedir o sucesso e a felicidade. Já duvidei das minhas capacidades e deixei de aproveitar oportunidades, com medo de falhar. É um ciclo que pode ser difícil de quebrar.
Identificar os factores desencadeantes e desafiar os pensamentos autodestrutivos. Trata-se de desenvolver a confiança e a resiliência.
Quando ultrapassar a auto-sabotagem, irá desbloquear o seu potencial e encontrar um maior sucesso. Precisa de confiar em si próprio e na sua viagem, e aceitar o crescimento e as possibilidades.
29. Ignorar o feedback
Ignorar o feedback pode limitar o crescimento e a aprendizagem. Já ignorei críticas construtivas, mas acabei por perder ideias valiosas. O feedback é uma oportunidade de melhoria e desenvolvimento.
Abordar o feedback com uma mente aberta e vontade de aprender. Melhora as competências e reforça a resiliência.
Ao valorizar o feedback, estará a crescer pessoal e profissionalmente. Trata-se de abraçar a aprendizagem e procurar a excelência, construindo um caminho para o sucesso.
30. Perfeccionismo
O perfeccionismo pode ser paralisante, impedindo-nos de atingir os nossos objectivos. Já estive preso no ciclo de tentar fazer tudo perfeito e nunca me sentir satisfeito. Isso pode levar ao esgotamento e à insatisfação.
Estabeleça padrões realistas e aceite as imperfeições. Incentiva o progresso e a criatividade.
Deixe de lado o perfeccionismo e encontrará mais alegria e satisfação nos seus empreendimentos. Celebre o esforço e o crescimento, e não apenas os resultados, e isso conduzi-lo-á a uma vida mais equilibrada e feliz.
31. Ficar a pensar na negatividade
Ficar a pensar na negatividade pode toldar a nossa perspetiva e o nosso bem-estar. Já fui apanhado no ciclo de me concentrar no que está mal, perdendo o que é bom. É importante cultivar uma perspetiva positiva.
Desafie os pensamentos negativos e substitua-os por pensamentos positivos. Melhora o humor e a resiliência.
Ao concentrar-se na positividade, encontrará mais alegria e equilíbrio. Trata-se de cultivar uma mentalidade otimista, enriquecendo a sua vida e a dos que o rodeiam.
32. Ignorar a saúde mental
Ignorar a saúde mental pode levar ao stress e ao esgotamento. Já subestimei a sua importância e acabei por me sentir sobrecarregado. A saúde mental é tão crucial como a saúde física.
Procure apoio e pratique o autocuidado. Promove o bem-estar e a resiliência.
Dê prioridade à saúde mental e terá uma vida mais feliz e mais saudável. Trata-se de reconhecer as necessidades e tomar medidas, garantindo o seu bem-estar geral.
33. Apressar a vida
A correria da vida pode fazer-nos perder momentos de alegria e de ligação. Já fui culpado de estar sempre em movimento, sem parar para apreciar as pequenas coisas. É importante abrandar e saborear a vida.
Pratique a atenção plena e esteja presente no momento. Aumenta o prazer e reduz o stress.
Ao abrandar o ritmo, descobrirá mais alegria e significado nas experiências quotidianas. Trata-se de viver plenamente e apreciar a viagem, não apenas o destino.
34. Ser defensivo
Estar na defensiva pode impedir uma comunicação aberta e o crescimento. Já reagi de forma defensiva a críticas, perdendo oportunidades de compreensão. É importante mantermo-nos abertos e receptivos.
Pratique a escuta ativa e aborde as conversas com curiosidade. Promove a aprendizagem e a ligação.
Quando se reduz a atitude defensiva, criam-se interações e relações mais construtivas. Trata-se de abraçar o crescimento e a colaboração, construindo um mundo mais compreensivo.
35. Negligenciar a celebração de pequenas vitórias
Negligenciar a celebração de pequenas vitórias pode diminuir a motivação e a alegria. Já deixei de lado as conquistas, concentrando-me sempre no objetivo seguinte. Mas reconhecer o progresso alimenta a positividade e o ímpeto.
Reserve algum tempo para celebrar as conquistas, por mais pequenas que sejam. Isso aumenta a moral e a confiança.
Ao reconhecer as pequenas vitórias, cultivará uma perspetiva e uma motivação mais positivas. Trata-se de apreciar a viagem e os marcos, aumentando o seu crescimento e felicidade.
36. Ficar isolado
Ficar isolado pode levar à solidão e à desconexão. Já me retirei em alturas difíceis, perdendo apoio e companhia. Criar ligações enriquece as nossas vidas e o nosso bem-estar.
Estender a mão e envolver-se com os outros. Isso promove um sentimento de pertença e alegria.
Mantenha-se ligado e criará uma rede de apoio e encontrará mais felicidade. Trata-se de fomentar as relações e a comunidade.
37. Não pedir ajuda
Muitos de nós somos culpados de tentar fazer tudo sozinhos, acreditando que pedir ajuda é um sinal de fraqueza. Costumava pensar que, se não conseguisse fazer tudo sozinha, estava a falhar de alguma forma. Mas a verdade é que a recusa em pedir ajuda apenas conduz a um stress desnecessário e ao esgotamento.
Estender a mão aos outros não o torna fraco - torna-o humano. Quer se trate de pedir conselhos, apoio emocional ou uma mão amiga, as pessoas que gostam de si querem estar ao seu lado. Aprender a pedir ajuda fortalece as relações e cria um sistema de apoio que pode tornar a vida um pouco mais fácil.
Comece por deixar os outros entrarem quando precisar de ajuda. Verá que a maioria das pessoas tem todo o gosto em dar uma ajuda, o que promove ligações mais profundas e confiança mútua.
38. Ignorar os seus instintos
Alguma vez teve aquele pressentimento de que algo não estava bem, mas ignorou-o na mesma? Já passei por isso - apenas para me aperceber mais tarde que os meus instintos estavam corretos. É frequente duvidarmos de nós próprios ou deixarmos que opiniões externas nos toldem o discernimento, mas a nossa intuição existe por uma razão.
Ignorar os seus instintos pode levar ao arrependimento, quer se trate de permanecer na relação errada, aceitar um emprego que não lhe parece correto ou confiar em alguém que transmite más vibrações. Aprender a ouvir-se a si próprio e a confiar na sua voz interior pode ajudá-lo a tomar melhores decisões e a estabelecer limites mais saudáveis.
Pratique a sintonia com o que o seu corpo e mente lhe estão a dizer. Quanto mais confiar em si próprio, mais forte se torna a sua intuição - e esta pode conduzi-lo a uma vida que se alinha verdadeiramente com quem é.