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31 coisas que as mulheres dizem a si mesmas que são normais num casamento sem amor

31 coisas que as mulheres dizem a si próprias que são normais num casamento sem amor

Já alguma vez se viu sentado à mesa de jantar com alguém com quem partilhou anos e teve vontade de acenar com uma bandeira branca? É o momento em que o silêncio parece mais pesado do que qualquer discussão. Quando nos apercebemos que a única coisa que nos liga é o Wi-Fi, é altura de encarar algumas verdades.

Todos nós já passámos por isso - convencendo-nos de que certas coisas fazem parte da vida de casados. Mas vamos ser realistas, algumas coisas são apenas bandeiras vermelhas disfarçadas.

Se está a acenar com a cabeça, não está sozinho. Aqui estão 31 coisas que as mulheres muitas vezes consideram "normais quando na verdade são sinais de um casamento sem amor.

1. Jantares silenciosos

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Os jantares silenciosos tornaram-se a norma em vez de ser a exceção. Sentam-se um em frente ao outro, com o tilintar dos utensílios nos pratos a preencher o vazio da conversa. No início, o silêncio parece uma camisola velha e confortável, mas rapidamente começa a ser sufocante. Diz a si próprio que está tudo bem, que as palavras nem sempre são necessárias, mas no fundo, anseia por uma ligação.

Imagina como seria um jantar animado - histórias partilhadas, risos a ecoar, até uma discussão divertida sobre as preferências de sobremesa. Mas aqui estão vocês, cada dentada engolida com um lado de tensão não dito. É fácil normalizar esta situação, pensando que todos os casais de longa data passam pelo mesmo. No entanto, o silêncio pode ser um pedido de ajuda mais alto do que qualquer discussão.

Na realidade, este tempo de silêncio reflecte o afastamento crescente entre vocês os dois. A ausência de diálogo não tem apenas a ver com o facto de estarem confortáveis; tem a ver com o facto de já não terem nada para dizer. É altura de reconhecer que o companheirismo significa mais do que ocupar o mesmo espaço. Talvez começar com uma simples pergunta ou uma atividade partilhada para quebrar o silêncio e reacender a chama.

2. Quartos de dormir separados

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A ideia de dormir em quartos separados pode parecer uma solução prática para hábitos de sono diferentes ou problemas de ressonar, mas pode significar mais do que apenas uma preferência pelo conforto. Convence-se de que é melhor assim; afinal, uma boa noite de sono é crucial, certo? No entanto, os espaços separados podem, involuntariamente, estar a reforçar a distância emocional.

Cada noite passada num quarto diferente significa uma noite sem intimidade, tanto física como emocional. Adapta-se a esta rotina, acreditando que muitos casais fazem o mesmo, mas cada noite separados acrescenta mais um tijolo ao muro que vos separa. A cama, que deveria ser um santuário de sonhos partilhados e segredos sussurrados, torna-se um lembrete da distância.

Este acordo pode começar de forma casual, mas com o tempo, torna-se num acordo tácito - um acordo que diz que não há problema em afastar-se. Reconsiderar esta configuração pode ser um passo para reacender a intimidade. Comece por discutir as razões por detrás dos espaços separados e explore formas de chegar a um compromisso, quer se trate de dormidas ocasionais ou da criação de um ambiente partilhado mais confortável.

3. Falta de elogios

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Lembra-se de quando os elogios fluíam livremente e cada pequeno gesto era reconhecido com um sorriso? Agora, parece que esses dias estão enterrados sob anos de interações mundanas. Diz a si próprio que os elogios são para os primeiros tempos, não para os casais experientes que se conhecem por dentro e por fora. No entanto, esta falta de reconhecimento deixa um vazio.

Com o tempo, convence-se de que as acções falam mais alto do que as palavras, mas, por vezes, só quer ouvir algo agradável. Não se trata de procurar validação, mas de se sentir apreciado. Sem essas afirmações verbais, começa a duvidar da sua atratividade e do seu valor na relação.

Quebrar este ciclo pode exigir esforço, mas vale a pena. Comecem a fazer elogios genuínos um ao outro, mesmo que isso pareça estranho no início. Repare nas pequenas coisas e crie o hábito de expressar o seu apreço. Por vezes, um simples "hoje estás bonita" pode mudar toda a dinâmica, lembrando-vos do afeto que ainda existe por detrás da rotina.

4. Evitar o contacto visual

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Evitar o contacto visual torna-se uma segunda natureza quando o abismo emocional começa a aumentar. Convencemo-nos de que se trata apenas de estarmos cansados ou ocupados, mas esses olhares fugazes têm o peso das coisas que não foram ditas. Os olhos, outrora a janela para a nossa alma, parecem agora portas que preferimos manter fechadas.

Este evitar torna-se um acordo silencioso - uma regra tácita de não confrontar o que foi deixado a definhar. Encontramos conforto em olhar para outro lado, para o telemóvel, para a televisão, para qualquer lugar que não seja os olhos um do outro. Parece mais seguro, menos exposto, mas também é isolante.

Restabelecer o contacto visual pode parecer assustador, mas é um passo para restabelecer a ligação. Da próxima vez que falarem, faça um esforço para olhar nos olhos da pessoa. Pode parecer vulnerável, mas também é íntimo. Através dessas trocas silenciosas, pode redescobrir a ligação que as palavras por si só não conseguem captar. Trata-se de ser visto e compreendido, mesmo em silêncio.

5. A rotina em vez do romance

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As rotinas podem ser reconfortantes, proporcionando estrutura e previsibilidade num mundo caótico. No entanto, quando as rotinas se sobrepõem ao romance, isso é sinal de mais do que apenas uma vida ocupada. Começa-se a acreditar que o romance é um jogo de jovens e que as rotinas são o destino inevitável das relações duradouras.

Cada dia torna-se uma lista de tarefas em vez de uma série de momentos partilhados. Dizemos a nós próprios que é apenas a vida, que toda a gente passa por isso. Mas, na realidade, a ausência de romance pode criar um vazio que a rotina por si só não consegue preencher. O calendário torna-se um símbolo do que se perdeu e não apenas uma ferramenta de organização.

Para reacender a chama, tente introduzir pequenos gestos românticos na sua rotina. Um encontro surpresa no café, uma nota escrita à mão ou até uma dança espontânea na cozinha podem quebrar a monotonia. Estes actos recordam-vos que o amor não está apenas nos grandes gestos, mas nas acções diárias que mostram que se preocupam.

6. Entorpecimento emocional

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Entorpecimento emocional A tristeza e a tristeza são lentas, muitas vezes disfarçadas de resiliência ou força. Dizemos a nós próprios que não sentir nada é melhor do que sentirmo-nos magoados ou desiludidos. Mas este entorpecimento não é um escudo; é um sinal de uma desconexão mais profunda.

Vivendo em piloto automático, a pessoa passa por tudo sem se envolver verdadeiramente com o seu parceiro. A ausência de altos e baixos significa perder a riqueza das experiências partilhadas. Convence-se de que evitar os extremos emocionais é um sinal de maturidade, mas é mais frequentemente um sinal de retração.

Reconhecer este entorpecimento é o primeiro passo para reavivar a intimidade emocional. Comece por ter conversas honestas sobre os seus sentimentos, mesmo que isso signifique enfrentar o desconforto. Permita-se ser vulnerável, partilhe sonhos e medos e convide o seu parceiro a fazer o mesmo. A reconexão emocional não tem a ver com grandes revelações, mas sim com a abertura e a empatia quotidianas.

7. Vidas sociais separadas

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Ter vidas sociais separadas pode ser saudável, permitindo que ambos os parceiros mantenham a sua individualidade. No entanto, quando os vossos círculos sociais raramente se sobrepõem, isso pode tornar-se um símbolo de afastamento. Convence-se de que se trata de respeitar a independência um do outro, mas também pode indicar uma falta de interesse no mundo do outro.

Os momentos passados à parte começam a ser mais importantes do que os partilhados e, em breve, dá por si mais à vontade com os amigos do que com o seu parceiro. Justifica-se dizendo que é normal, que muitos casais fazem o mesmo, mas isso pode levar a uma deriva emocional.

Ultrapassar este fosso social não significa renunciar aos amigos individuais, mas sim encontrar formas de integrar as vossas vidas sociais. Participem ocasionalmente nos eventos um do outro ou organizem encontros em que ambos os círculos se encontrem. Este espaço social partilhado pode ajudar a restabelecer a ligação, recordando a ambos a razão pela qual se escolheram um ao outro.

8. Falta de contacto físico

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O toque físico é muitas vezes a primeira coisa a passar despercebida num casamento sem amor. Convencemo-nos de que é apenas a vida a atrapalhar, que a intimidade não se resume ao toque. No entanto, esta ausência deixa um vazio tangível.

O simples ato de dar a mão, um abraço ou um toque suave no ombro torna-se raro. Adapta-se a esta distância, argumentando que estão ambos demasiado ocupados ou cansados, mas, na verdade, esta falta de ligação física reflecte o abismo emocional que cresce entre vocês.

Reintroduzir o toque na vossa relação pode ser transformador. Comece por pequenos gestos - uma mão nas costas quando passa por si, um abraço enquanto vê televisão. Estes gestos simples podem reacender o calor e a ligação que as palavras, por si só, muitas vezes não conseguem. Trata-se de fazer um esforço para estender a mão, literal e figurativamente, colmatando a lacuna.

9. Ignorar aniversários

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Os aniversários costumavam ser um momento de celebração, um momento para refletir sobre marcos e memórias partilhadas. Agora, passam com pouco mais do que um aceno de cabeça. Convence-se de que é apenas mais um dia, que os anos se confundem numa vida bem vivida. Mas ignorar os aniversários pode simbolizar mais do que apenas uma agenda preenchida.

Saltar estas celebrações significa perder oportunidades de reencontro e de recordação. Torna-se fácil desvalorizar a sua importância, mas cada data esquecida acrescenta mais uma camada de distância. Não se trata de grandes gestos; trata-se de reconhecer a viagem que partilharam.

Reviver a tradição de celebrar aniversários não requer planos extravagantes. Trata-se de arranjar tempo para refletir, partilhar memórias e expressar gratidão um pelo outro. Seja através de um jantar tranquilo em casa ou de uma simples troca de cartões, a chave é fazer uma pausa e apreciar a vida que construíram juntos.

10. Crítica constante

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A crítica, quando constante, torna-se um veneno que se infiltra no próprio tecido da vossa relação. Dizemos a nós próprios que é construtivo, que se trata apenas de honestidade. No entanto, quando cada ação é alvo de críticaspode minar a autoestima e o afeto.

Começa-se a andar sobre cascas de ovos, duvidando de todos os passos. A casa, outrora um santuário, torna-se um palco onde estamos sempre a ser julgados. Convencer-se de que é normal pode ajudar a lidar com a situação, mas não a torna correta. Uma relação deve elevar, não destruir.

Encontrar uma forma de sair deste ciclo significa separar o feedback útil dos comentários prejudiciais. Pratique a comunicação com gentileza, concentrando-se nas soluções e não nos problemas. Discuta o impacto das críticas e trabalhe em conjunto para promover um ambiente de apoio e encorajamento. O objetivo é construirmo-nos uns aos outros e não destruirmo-nos uns aos outros.

11. Não há mais encontros

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Os encontros noturnos, outrora um elemento básico da relação, desaparecem lentamente à medida que a vida se torna mais ocupada. Convencemo-nos de que não precisamos delas, que o amor não tem a ver com horários. Mas sem estes momentos intencionais, a ligação pode desvanecer-se lentamente.

Adaptamo-nos a serões passados em quartos separados ou concentrados em ecrãs. A ideia de planear um encontro parece pesada, até desnecessária. No entanto, sem estes momentos dedicados, perdem oportunidades de se redescobrirem um ao outro, longe das distracções da vida.

A reintrodução das noites de namoro não tem de ser elaborada. Trata-se de arranjar tempo para estarem juntos, quer se trate de um passatempo partilhado, de um passeio no parque ou de uma simples refeição caseira. Estes momentos recordam-vos o companheirismo e a alegria que vos uniu em primeiro lugar.

12. Falta de objectivos partilhados

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Nos primeiros tempos, tinham sonhos - planos para o futuro, objectivos comuns que os uniam. Com o tempo, esses sonhos tornam-se objectivos individuais, com pouca sobreposição. Convence-se de que a independência é fundamental, que os objectivos separados são normais.

Sem objectivos partilhados, a vida torna-se uma viagem paralela em vez de uma viagem em colaboração. Começa-se a andar à deriva, concentrando-se nas realizações pessoais em vez das aspirações colectivas. A ausência de objectivos partilhados significa uma desconexão mais profunda, que pode fazer com que a relação pareça uma mera coabitação.

Para colmatar esta lacuna, comecem por revisitar os sonhos originais. Discutam novos objectivos, grandes ou pequenos, que possam perseguir em conjunto. Quer se trate de um projeto conjunto, de planos de viagem ou de um passatempo partilhado, trabalhar para objectivos comuns pode reacender o sentido de parceria e de propósito.

13. Indiferença em relação ao outro

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A indiferença pode infiltrar-se sem ser notada, muitas vezes disfarçada de coexistência pacífica. Dizemos a nós próprios que é a maturidade, que as emoções ardentes são para os jovens. No entanto, essa indiferença sinaliza um problema mais profundo - a falta de carinho.

Quando os desacordos já não suscitam discussões e os interesses são tratados com um encolher de ombros, é fácil classificar esse facto como comodismo. No entanto, a apatia pode ser mais prejudicial do que o conflito, pois reflecte uma falta de empenho.

Reavivar o interesse uns pelos outros começa com pequenos actos - fazer perguntas, mostrar curiosidade e partilhar experiências. Voltem a envolver-se nas vidas uns dos outros, celebrem os sucessos e apoiem-se nos desafios. Trata-se de reacender o sentimento de sermos os maiores fãs um do outro.

14. Viver como colegas de quarto

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Viver como companheiros de quarto torna-se uma rotina conveniente. Partilham um espaço, mas não muito mais. Convence-se de que é normal, que o companheirismo substitui o romance com o tempo.

No entanto, esta situação pode levar ao isolamento emocional. É fácil sentirmo-nos confortáveis em vidas paralelas, mas a ausência de intimidade emocional e física diz muito.

Sair deste padrão requer esforço. Reintroduza elementos de uma relação romântica - dar as mãos, partilhar refeições e passar tempo de qualidade juntos. Trata-se de transformar o espaço partilhado numa vida partilhada, onde o amor não está apenas implícito, mas é ativamente expresso.

15. Evitar conflitos

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Evitar conflitos pode parecer uma forma de manter a paz, mas pode significar problemas mais profundos de falha de comunicação. Convence-se de que evitar discussões é maduro, que os desacordos são um desperdício de energia.

No entanto, evitar o conflito leva muitas vezes a questões não resolvidas, que ficam a fervilhar à superfície. Com o tempo, estas tensões não expressas podem criar uma divisão, dificultando a verdadeira ligação.

A resolução saudável de conflitos é fundamental. Abordar os desacordos com abertura e desejo de compreender em vez de ganhar. Trata-se de promover um ambiente em que ambas as vozes são ouvidas e valorizadas, em que o compromisso e a compreensão substituem a evitação e o ressentimento.

16. Tomar uns aos outros como garantidos

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Tomar o outro como garantido é uma armadilha fácil de cair. Parte-se do princípio de que o parceiro estará sempre presente, quer seja nas tarefas diárias ou no apoio emocional. Convencemo-nos de que é um sinal de estabilidade, sem nos apercebermos de que isso pode corroer a apreciação.

Este pressuposto leva-nos a negligenciar os pequenos gestos que alimentam o amor. A ausência de gratidão torna-se uma barreira silenciosa, aumentando lentamente a distância. Começa-se a esquecer as pequenas coisas que outrora nos faziam sorrir.

Reconhecer os esforços uns dos outros pode transformar a dinâmica. Exprimam apreço, reparem em pequenos actos de bondade e façam um esforço consciente para mostrar gratidão. Trata-se de reconhecer o outro como parte valiosa, e não apenas necessária, da sua vida.

17. Sem apoio emocional

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O apoio emocional, outrora uma pedra angular, torna-se uma raridade. Convence-se de que a autossuficiência é uma força, que precisar de apoio é um sinal de fraqueza.

No entanto, a ausência de apoio emocional pode levar a sentimentos de isolamento e solidão. Começa a enfrentar os desafios sozinho, sentindo falta do conforto e da segurança que o seu parceiro lhe proporcionava.

A reconstrução do apoio emocional começa com uma comunicação aberta. Partilhe as suas dificuldades, peça ajuda e ofereça apoio em troca. Trata-se de criar uma parceria em que ambos se sintam valorizados e compreendidos, em que os desafios sejam enfrentados em conjunto e não sozinhos.

18. Sigilo financeiro

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Sigilo financeiro pode significar uma falta de confiança e transparência. Convence-se de que se trata de independência, que os assuntos financeiros devem ser privados.

No entanto, o secretismo pode gerar suspeitas e ressentimentos. Cria uma barreira onde deveria haver abertura. A saúde financeira afecta ambos os parceiros e o secretismo pode minar os alicerces da relação.

Promover a transparência implica discussões abertas sobre finanças, definir objectivos mútuos e garantir que ambos os parceiros estão informados. Trata-se de criar confiança e segurança, em que os assuntos financeiros são uma responsabilidade partilhada.

19. Falta de interesse nos passatempos um do outro

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Os passatempos, outrora partilhados e celebrados, tornam-se, com o tempo, actividades solitárias. Convence-se de que se trata de individualidade, mas isso pode indicar um desinteresse crescente.

Quando o entusiasmo pelos interesses um do outro se desvanece, é sinal de que a relação está a desaparecer. Os passatempos partilhados são mais do que actividades; são oportunidades para criar laços e compreender.

Reavivar o interesse nos passatempos de cada um não significa tornar-se um especialista. Trata-se de mostrar uma curiosidade genuína, participar ocasionalmente e apoiar as paixões um do outro. Estes pequenos actos podem reacender a sensação de sermos os líderes de claque um do outro.

20. Evitar a intimidade

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A intimidade torna-se um assunto desconfortável quando a distância emocional aumenta. Convencemo-nos de que é por estarmos ocupados ou cansados, mas a fuga esconde muitas vezes questões mais profundas.

A ausência de intimidade leva a uma frieza que é difícil de ignorar. O acordo tácito de evitar a proximidade torna-se uma rotina, que fomenta a solidão.

Quebrar este padrão requer coragem. Comece por abordar as razões que estão por detrás do evitamento. Reintroduza a proximidade através de pequenos gestos e conversas, criando um espaço seguro para a vulnerabilidade e a ligação.

21. Assuntos emocionais

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Os casos emocionais começam inocentemente, muitas vezes sob o pretexto de amizade. Convence-se de que é inofensivo, que se trata apenas de ter alguém com quem falar.

No entanto, estas ligações podem tornar-se substitutos para a intimidade que falta no seu casamento. Preenchem vazios, mas também os aprofundam, afastando a atenção do seu parceiro.

Abordar os casos emocionais implica honestidade consigo próprio e com o seu parceiro. Reconheça o impacto e concentre-se em reconstruir a intimidade dentro do casamento. Trata-se de reconhecer as necessidades emocionais e encontrar formas de as satisfazer em conjunto, em vez de procurar satisfação noutro lugar.

22. Rejeitar a terapia de casais

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A terapia de casal é muitas vezes considerada desnecessária, um último recurso para "outras" pessoas. Convencemo-nos de que não é necessária, de que conseguimos resolver as coisas sozinhos.

No entanto, ignorar a terapia pode significar perder oportunidades de crescimento e compreensão. Os desafios tornam-se mais difíceis de ultrapassar sem orientação.

Considerar a terapia não é sinónimo de fracasso; trata-se de procurar ferramentas para melhorar a comunicação e a ligação. É um investimento na relação, proporcionando um espaço para explorar questões com uma perspetiva neutra.

23. Falta de comunicação

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A comunicação, outrora sem esforço, torna-se uma tarefa árdua. Convencemo-nos de que nos conhecemos tão bem que já não há necessidade de falar.

No entanto, o silêncio pode ser um sinal de problemas mais profundos. Sem comunicação, os mal-entendidos e as suposições agravam-se, criando distância.

Melhorar a comunicação começa com pequenas mudanças. Arranje tempo para conversas regulares, ouça ativamente e expresse os seus pensamentos sem julgamentos. O objetivo é criar um diálogo que promova a compreensão e a ligação, renovando os alicerces da vossa relação.

24. Evitar planos futuros

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Os planos para o futuro tornam-se um tema assustador, que preferimos evitar. Convencemo-nos de que se trata de viver o momento, mas muitas vezes isso é sinal de incerteza.

Sem planos para o futuro, a relação pode parecer estagnada, sem direção e sem objetivo. Evitar torna-se uma forma de escapar a questões de compromisso e objectivos comuns.

Planear o futuro não significa gravar tudo em pedra. Discutir sonhos e aspirações proporciona um sentido de direção e unidade, lembrando-vos a ambos da viagem comum que têm pela frente.

25. Desinteresse pelo dia do outro

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Antes, ficavam agarrados às palavras um do outro, ansiosos por saber como tinha sido o dia. Agora, dá por si a acenar com a cabeça de forma ausente, com a mente noutro lugar. Diz a si próprio que se trata de estar ocupado, mas isso indica uma falta de empenho.

O desinteresse pelo dia a dia do outro sugere um afastamento. É fácil ignorar a conversa quotidiana, mas estas trocas de ideias promovem a ligação e a compreensão.

Reacender o interesse na vida do outro não requer mudanças drásticas. Crie o hábito de se manter informado, fazer perguntas e ouvir genuinamente. Trata-se de mostrar que se preocupa e que continua a investir no mundo do outro.

26. Ignorar o crescimento pessoal

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O crescimento pessoal passa para segundo plano à medida que as exigências da vida se acumulam. Convence-se de que não há tempo, que o crescimento é uma viagem a solo.

No entanto, ignorar o desenvolvimento pessoal pode levar à estagnação, tanto a nível individual como a nível do casal. O crescimento promove a confiança e a realização, melhorando as relações.

Incentivar o crescimento pessoal implica apoiar as aspirações de cada um e perseguir as paixões individuais. Trata-se de criar um ambiente em que o crescimento é celebrado e partilhado, enriquecendo a vida de ambos.

27. Contentar-se com menos

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A acomodação torna-se um hábitoÉ uma forma de evitar o confronto e a desilusão. Convence-se de que se trata de um compromisso, que a perfeição é um mito.

No entanto, acomodar-se significa muitas vezes aceitar menos do que merece, levando à insatisfação e ao arrependimento. Torna-se fácil ignorar sonhos e desejos, assumindo que são irrealistas.

Libertar-se do acomodamento implica reconhecer as suas necessidades e comunicá-las abertamente. Trata-se de lutar por uma relação que o satisfaça e o eleve, onde o compromisso não significa perder-se a si próprio.

28. Distracções constantes

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As distracções tornam-se um refúgio das verdades incómodas. Convencemo-nos de que se trata de nos mantermos informados ou entretidos, mas isso muitas vezes esconde o evitamento.

Quando as distracções têm prioridade, a ligação é prejudicada. O mundo digital oferece um escape, mas também cria distância, tornando rara a comunicação real.

Limitar as distracções exige um esforço consciente. Estabeleça tempos livres de tecnologia, participe em actividades partilhadas e dê prioridade à presença em vez dos ecrãs. Trata-se de valorizar os momentos passados em conjunto, investindo em interações reais.

29. Fingir que está tudo bem

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Fingir torna-se um mecanismo de sobrevivência, mantendo uma aparência de normalidade. Convence-se de que se trata de se proteger a si e ao seu parceiro da dor.

No entanto, fingir que tudo está bem cria uma fachada que é difícil de manter. Suprime as emoções genuínas e impede as ligações autênticas.

Quebrar este hábito implica honestidade, tanto consigo próprio como com o seu parceiro. Reconheça os sentimentos, discuta os problemas e procure soluções em conjunto. Trata-se de abraçar a vulnerabilidade, criando uma base de confiança e compreensão.

30. Perda do riso

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O riso, outrora abundante, torna-se um som raro. Convencemo-nos de que se trata de crescer, de que a vida é séria.

No entanto, a ausência de riso significa uma perda de alegria e de espontaneidade. Faz com que a relação se torne pesada, desprovida de leveza e de diversão.

Reintroduzir o riso implica encontrar humor nos momentos quotidianos, partilhar piadas ou recordar memórias engraçadas. Trata-se de deixar de lado a seriedade e abraçar a alegria que o riso traz.

31. Sem interesse nas famílias uns dos outros

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A família, outrora uma extensão partilhada da vossa relação, torna-se uma entidade separada. Convence-se de que é uma questão de limites, mas isso é um sinal de desinteresse.

O desinteresse pela família de cada um sugere distância emocional. As famílias oferecem uma visão e uma ligação, enriquecendo as relações.

A reaproximação com a família de cada um implica mostrar interesse genuíno, participar em eventos familiares e criar memórias partilhadas. Trata-se de abraçar a família alargada como parte da sua vida comum.